O governo federal vetou integralmente a lei que previa mudança no fuso horário do Acre. O texto determinava o retorno ao fuso horário antigo do Estado, de duas horas de diferença em relação ao Distrito Federal --três horas, durante o horário de verão.
A decisão, publicada nesta quarta-feira (21) no "Diário Oficial" da União, é assinada pelo vice-presidente Michel Temer, que ontem estava no exercício da Presidência em razão da viagem de Dilma Rousseff a Montevidéu, no Uruguai.
Por quase 90 anos, esse foi o fuso horário do Acre --a mudança ocorreu em 2008, a partir de projeto de lei do então senador e atual governador do Estado, Tião Viana (PT), que estabeleceu a diferença de apenas uma hora em relação à capital.
Nas eleições de outubro, no entanto, a população do Estado foi às urnas em referendo sobre o tema e a maior parte dos acrianos (56,87%) rejeitou a alteração. Surgiu então a polêmica: parlamentares questionaram o fato de um referendo modificar uma lei que já está em vigor. Diante do impasse jurídico, um novo projeto foi apresentado para o Estado voltar ao seu antigo fuso horário, agora rejeitado pela presidente.
"Da forma como redigido, o projeto de lei não permite a apreciação individualizada das alterações propostas aos fusos horários nos Estados do Acre, do Amazonas e do Pará, impedindo a apreciação da matéria face às realidades locais de cada um dos entes federados", afirma a justificativa do veto, sugerido pela Secretaria de Relações Institucionais.
O projeto que tramitou no Congresso previa a mudança do fuso não apenas no Acre como também em parte dos Estados do Amazonas e do Pará.
FONTE: FOLHA.COM (ALTERAÇÕES DO TITULO)
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Quem sou eu
- Valmir
- RIO BRANCO-AC,POLICIAL MILITAR DESDE 1994, INICIANDO COMO SOLDADO, FUI CABO E SARGENTO PM; GRADUADO EM TECNOLOGIA DE PROCESSOS GERENCIAIS, CASADO E PAI DE TRÊS FILHOS, EVANGÉLICO E TENHO MAIOR ORGULHO DE SER POLICIAL MILITAR E SER FLAMENGO!
QUE AS BENÇÃOS DE DEUS PERMANEÇA SOBRE TODOS!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
O PT é o retrato da desmoralização.
MATÉRIA DA CAPA - COMO O GANGSTERISMO PETISTA SE ORGANIZOU PARA INCRIMINAR INOCENTES E, ASSIM, LIVRAR A CARA DOS CULPADOS. E TUDO ESTÁ GRAVADO!
Ao longo desses anos, não foram poucas as vezes em que me acusaram de ser um tanto exagerado nas críticas ao petismo. Serei mesmo? A reportagem de capa desta semana da VEJA demonstra até que ponto eles podem mergulhar na abjeção. Operam, tenho dito aqui, com a inversão orwelliana mais rudimentar: o crime passa a ser uma virtude; e os inocentes, criminosos. Sem limites, sem pudores, sem receios.
A saída que o PT encontrou para tentar se safar do mensalão foi afirmar que tudo não passava de caixa dois de campanha e que todos, afinal de contas, agem do mesmo modo. Só que era preciso “provar” a tese. E ONDE ESTAVAM AS TAIS PROVAS? NÃO EXISTIAM! ORA, SE NÃO EXISTIAM, ENTÃO ELES PRECISAVAM SER FORJADAS. É simples chegar a essa conclusão quando se é petista.
O que VEJA traz, numa reportagem de sete páginas, de autoria de Gustavo Ribeiro e Rodrigo Rangel, revela uma operação típica do mais descarado gangsterismo político. Pior: há evidências de que a cúpula do partido não só sabia de tudo como estava no controle. Vamos ao caso.
Lembram-se da tal “Lista de Furnas”? Ela trazia nomes de líderes da oposição que teriam recebido dinheiro da estatal de maneira ilegal, não-declarada, quando eram governistas e compunham a base de FHC. Gravações feitas pela Polícia Federal, com autorização da Justiça, a que VEJA teve acesso, provam que era tudo uma tramóia operada por dois deputados do PT de Minas. Reproduzo um trecho da reportagem (em azul):
Os falsários apresentaram duas listas. A primeira, uma cópia xerox, e a segunda, que deveria ser a original, mas era uma fraude ainda mais grotesca. Uma perícia da polícia revelou depois que havia discrepâncias significativas entre os dois documentos, e um jamais poderia ter se originado do outro. O grupo de estelionatários, porém, precisava levar o plano a frente e, para tentar conferir alguma autenticidade à armação, decidiu também forjar recibos assinados pelos políticos beneficiados. É a partir desse momento da trama que as gravações feitas pela polícia são mais reveladoras da ousadia dos petistas em usar a máquina do estado para cometer crimes. Há conversas entre o estelionatário Nilton Monteiro, o fabricante das listas, e os deputados petistas Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT). Os diálogos mostram que, em todas as etapas da fabricação da lista, Nilton age sob os auspícios dos dois parlamentares, que lhe prometem, além do apoio logístico, dinheiro e, principalmente, “negócios” em empresas estatais ligadas ao governo federal como compensação pelos serviços prestados.
Assessores parlamentares estavam em contato frequente com Nilton para discutir formas de obter a assinatura do ex-diretor de Engenharia de Furnas Dimas Fabiano Toledo, o suposto autor do documento. Eles encaminham o estelionatário ao Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia do Rio de Janeiro, entidade filiada à CUT, a central sindical dominada pelo PT. Lá, ele seria ciceroneado por dirigentes sindicais e teria acesso a documentos da estatal. (…) Em uma conversa com Nilton, Simeão de Oliveira, assessor mais próximo do deputado Rogério Correia, explica como proceder: “Eles [Furnas] assinam coisas para eles [o Sindicato] direto, aí eles vão olhar e falar se tem o do Dimas (…) Explica pra ele pra que é, o que é, entendeu?”. Como a tentativa de obter a assinatura junto ao sindicato fracassa, Simeão elabora uma estratégia paralela, que prefere não revelar ao falsário. Limita-se a dizer que as assinaturas chegarão por Sedex. São particularmente reveladoras as conversas em que os envolvidos discutem a obtenção de assinaturas de políticos da base de FHC para fabricar recibos do suposto caixa 2. Nilton e o assessor de Rogério Correia conversam sobre os padrões das assinaturas dos deputados da oposição - e se questionam se conseguiram mesmo as assinaturas corretas.
Em um dos diálogos, Nilton Monteiro discute com Simeão de Oliveira os padrões gráficos das assinaturas do então líder da minoria na Câmara, José Carlos Aleluia, do DEM , e do então líder do PSDB , Antônio Carlos Pannunzio. Em relação a Aleluia, Nilton não tem certeza quais os valores lhe serão atribuídos. “Não sei se é 75 000 reais ou 150 000 o recibo dele”, comenta o lobista. Eles também incluem na discussão os nomes de Gilberto Kassab, que assumiria a prefeitura de São Paulo no lugar do tucano José Serra, que renunciaria ao cargo para disputar a eleição para o governo paulista, e o então presidente do DEM , deputado Rodrigo Maia.
A recompensa pelos préstimos de Nilton incluía, segundo as gravações, a liberação de recursos em bancos públicos. Em uma discussão com Rogério Correia, Nilton se mostra confiante: “Vou acabar com eles tudinho”. Mas, antes, cobra o que foi prometido: “Eu quero aquele negócio que foi escrito no papel. São aqueles negócios que eu pedi da Caixa e do Banco do Brasil, pra liberar pra mim urgente no BNDES”, afirma.
Em alguns trechos, o lobista cita a necessidade de tratar do negócio com a então senadora Ideli Salvatti, atual ministra de Relações Institucionais, outra figura cativa nos episódios envolvendo dossiês suspeitos. “Tivemos contato em apenas dois episódios. Nem eu nem meus assessores participamos da obtenção da lista”, mentiu Correia quando ouvido por VEJA. A parceria entre o deputado Correia e o estelionatário inclui os serviços advocatícios do petista William dos Santos - que serve também como elo entre seu cliente e a figura de proa do petismo naquele era sombria, José Dirceu, principal réu do Mensalão.
Leiam a íntegra na versão impressa. A edição traz a transcrição de alguns diálogos. Reproduzo um:
O estelionatário Nilton Monteiro conversa com Simeão de Oliveira, assessor do deputado petista Rogério Correia. Eles combinam a fraude. Para dar autenticidade à chamada “lista de Furnas” era necessário a apresentação de recibos assinados pelos políticos acusados. Monteiro estava empenhado em arrumar as assinaturas para montar os documentos falsos.
Simeão: (…) Eu já estou aqui com José Carlos Aleluia.
(…)
Nilton: Vem cá, a assinatura dele é um JC. Parece um U.
S: Parece um M, isso.
N : Isso, então é isso mesmo. Então eu já recebi esse cara, viu?
S: É.
N: Não sei se é 75 000 reais ou 150 000 reais. Eu acho que é 75 000 o recibo dele.
S: O do Pannunzio.
N: Pannunzio é uma assinatura toda esquisita, né?
S: É um trem doido.
(…)
S: Quem mais? O Kassab.
N : O Kassab é um G Kassab.
(…)
S: Uai, então você tem esse trem tudo original, Nilton?
N: É lógico. Você fica na tua, sô. Por isso que eles estão tudo doido.
(…)
N: Rodrigo Maia é Rodrigo e o final Maia entre parênteses.
S: Ahn?N: Parece que é Rodrigo e depois um M.
S: Não, não é esse, não.
N: Então mudou a assinatura dele. Esse eu soube que ele tava mudando.
S: Não é, não.
N: Então, mudou. É Rodrigo…
S: Não, tem não.
N: Ih, então mudou a assinatura. Bem que falaram comigo, viu? Filho da p…, viu?

QUADRILHA - Nilton Monteiro, quando foi preso em outubro passado, e os deputados petistas Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT): os políticos mineiros prometeram ao estelionatário dinheiro e “negócios” em bancos do governo federal como pagamento pela falsificação da chamada “lista de Furnas”
Fonte: Veja, publicado no site da PEC 300
Ao longo desses anos, não foram poucas as vezes em que me acusaram de ser um tanto exagerado nas críticas ao petismo. Serei mesmo? A reportagem de capa desta semana da VEJA demonstra até que ponto eles podem mergulhar na abjeção. Operam, tenho dito aqui, com a inversão orwelliana mais rudimentar: o crime passa a ser uma virtude; e os inocentes, criminosos. Sem limites, sem pudores, sem receios.A saída que o PT encontrou para tentar se safar do mensalão foi afirmar que tudo não passava de caixa dois de campanha e que todos, afinal de contas, agem do mesmo modo. Só que era preciso “provar” a tese. E ONDE ESTAVAM AS TAIS PROVAS? NÃO EXISTIAM! ORA, SE NÃO EXISTIAM, ENTÃO ELES PRECISAVAM SER FORJADAS. É simples chegar a essa conclusão quando se é petista.
O que VEJA traz, numa reportagem de sete páginas, de autoria de Gustavo Ribeiro e Rodrigo Rangel, revela uma operação típica do mais descarado gangsterismo político. Pior: há evidências de que a cúpula do partido não só sabia de tudo como estava no controle. Vamos ao caso.
Lembram-se da tal “Lista de Furnas”? Ela trazia nomes de líderes da oposição que teriam recebido dinheiro da estatal de maneira ilegal, não-declarada, quando eram governistas e compunham a base de FHC. Gravações feitas pela Polícia Federal, com autorização da Justiça, a que VEJA teve acesso, provam que era tudo uma tramóia operada por dois deputados do PT de Minas. Reproduzo um trecho da reportagem (em azul):
Os falsários apresentaram duas listas. A primeira, uma cópia xerox, e a segunda, que deveria ser a original, mas era uma fraude ainda mais grotesca. Uma perícia da polícia revelou depois que havia discrepâncias significativas entre os dois documentos, e um jamais poderia ter se originado do outro. O grupo de estelionatários, porém, precisava levar o plano a frente e, para tentar conferir alguma autenticidade à armação, decidiu também forjar recibos assinados pelos políticos beneficiados. É a partir desse momento da trama que as gravações feitas pela polícia são mais reveladoras da ousadia dos petistas em usar a máquina do estado para cometer crimes. Há conversas entre o estelionatário Nilton Monteiro, o fabricante das listas, e os deputados petistas Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT). Os diálogos mostram que, em todas as etapas da fabricação da lista, Nilton age sob os auspícios dos dois parlamentares, que lhe prometem, além do apoio logístico, dinheiro e, principalmente, “negócios” em empresas estatais ligadas ao governo federal como compensação pelos serviços prestados.
Assessores parlamentares estavam em contato frequente com Nilton para discutir formas de obter a assinatura do ex-diretor de Engenharia de Furnas Dimas Fabiano Toledo, o suposto autor do documento. Eles encaminham o estelionatário ao Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia do Rio de Janeiro, entidade filiada à CUT, a central sindical dominada pelo PT. Lá, ele seria ciceroneado por dirigentes sindicais e teria acesso a documentos da estatal. (…) Em uma conversa com Nilton, Simeão de Oliveira, assessor mais próximo do deputado Rogério Correia, explica como proceder: “Eles [Furnas] assinam coisas para eles [o Sindicato] direto, aí eles vão olhar e falar se tem o do Dimas (…) Explica pra ele pra que é, o que é, entendeu?”. Como a tentativa de obter a assinatura junto ao sindicato fracassa, Simeão elabora uma estratégia paralela, que prefere não revelar ao falsário. Limita-se a dizer que as assinaturas chegarão por Sedex. São particularmente reveladoras as conversas em que os envolvidos discutem a obtenção de assinaturas de políticos da base de FHC para fabricar recibos do suposto caixa 2. Nilton e o assessor de Rogério Correia conversam sobre os padrões das assinaturas dos deputados da oposição - e se questionam se conseguiram mesmo as assinaturas corretas.
Em um dos diálogos, Nilton Monteiro discute com Simeão de Oliveira os padrões gráficos das assinaturas do então líder da minoria na Câmara, José Carlos Aleluia, do DEM , e do então líder do PSDB , Antônio Carlos Pannunzio. Em relação a Aleluia, Nilton não tem certeza quais os valores lhe serão atribuídos. “Não sei se é 75 000 reais ou 150 000 o recibo dele”, comenta o lobista. Eles também incluem na discussão os nomes de Gilberto Kassab, que assumiria a prefeitura de São Paulo no lugar do tucano José Serra, que renunciaria ao cargo para disputar a eleição para o governo paulista, e o então presidente do DEM , deputado Rodrigo Maia.
A recompensa pelos préstimos de Nilton incluía, segundo as gravações, a liberação de recursos em bancos públicos. Em uma discussão com Rogério Correia, Nilton se mostra confiante: “Vou acabar com eles tudinho”. Mas, antes, cobra o que foi prometido: “Eu quero aquele negócio que foi escrito no papel. São aqueles negócios que eu pedi da Caixa e do Banco do Brasil, pra liberar pra mim urgente no BNDES”, afirma.
Em alguns trechos, o lobista cita a necessidade de tratar do negócio com a então senadora Ideli Salvatti, atual ministra de Relações Institucionais, outra figura cativa nos episódios envolvendo dossiês suspeitos. “Tivemos contato em apenas dois episódios. Nem eu nem meus assessores participamos da obtenção da lista”, mentiu Correia quando ouvido por VEJA. A parceria entre o deputado Correia e o estelionatário inclui os serviços advocatícios do petista William dos Santos - que serve também como elo entre seu cliente e a figura de proa do petismo naquele era sombria, José Dirceu, principal réu do Mensalão.
Leiam a íntegra na versão impressa. A edição traz a transcrição de alguns diálogos. Reproduzo um:
Simeão: (…) Eu já estou aqui com José Carlos Aleluia.
(…)
Nilton: Vem cá, a assinatura dele é um JC. Parece um U.
S: Parece um M, isso.
N : Isso, então é isso mesmo. Então eu já recebi esse cara, viu?
S: É.
N: Não sei se é 75 000 reais ou 150 000 reais. Eu acho que é 75 000 o recibo dele.
S: O do Pannunzio.
N: Pannunzio é uma assinatura toda esquisita, né?
S: É um trem doido.
(…)
S: Quem mais? O Kassab.
N : O Kassab é um G Kassab.
(…)
S: Uai, então você tem esse trem tudo original, Nilton?
N: É lógico. Você fica na tua, sô. Por isso que eles estão tudo doido.
(…)
N: Rodrigo Maia é Rodrigo e o final Maia entre parênteses.
S: Ahn?N: Parece que é Rodrigo e depois um M.
S: Não, não é esse, não.
N: Então mudou a assinatura dele. Esse eu soube que ele tava mudando.
S: Não é, não.
N: Então, mudou. É Rodrigo…
S: Não, tem não.
N: Ih, então mudou a assinatura. Bem que falaram comigo, viu? Filho da p…, viu?

QUADRILHA - Nilton Monteiro, quando foi preso em outubro passado, e os deputados petistas Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT): os políticos mineiros prometeram ao estelionatário dinheiro e “negócios” em bancos do governo federal como pagamento pela falsificação da chamada “lista de Furnas”
Fonte: Veja, publicado no site da PEC 300
sábado, 19 de novembro de 2011
Sonho de PM que rejeitou R$ 1 milhão é comprar casa!
Cabo André Souza foi exemplo na tropa esta semana também ao tentar salvar a vida do cinegrafista Gelson Domingos, assassinado em Antares, carregando-o nos braços!

Rio - É numa casa simples, de dois quartos, no subúrbio, que mora um dos PMs do grupo que recusou a propina de R$ 1 milhão oferecida em troca da liberdade do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha. Dinheiro que o cabo André Souza, de 39 anos, do Batalhão de Choque, só conseguiria juntar se trabalhasse 44 anos seguidos, sem gastar um centavo do salário — estimado em cerca de R$ 1.900 mensais. E que daria para comprar a casa própria que ele tanto sonha.
Mas a proposta ‘indecente’ não corrompeu o juramento que o policial fez ao vestir pela primeira vez a farda, há 9 anos. “Me deu muita raiva. Estavam nos comparando aos policiais que foram presos horas antes, dando cobertura na fuga de traficantes. Mas ofereceram dinheiro aos caras errados, não é isso que vai pagar a nossa dignidade”, desabafou o cabo, que não tem carro e vai trabalhar de carona ou trem.
Da mesma corporação em que os ‘arregos’ são um problema a ser enfrentado, Souza difere por um pensamento em que a lógica é simples: “Penso no que é correto. A gente é tão mal visto pela sociedade por culpa de uns poucos, que não vou compactuar com isso”.

.
Imagem: Arte O Dia
Órfão de mãe desde os 6 anos, Souza falava ainda criança que seria PM. Sonho que começou a se tornar realidade na portaria de prédio da Zona Sul, onde o então porteiro dividia as horas de trabalho com os estudos para o concurso. Ele tem um filho de 15 anos.
Acostumado com o pouco ‘glamour’ da profissão, Souza só entendeu a dimensão de prender o traficante mais importante do Rio ao chegar no quartel, na manhã desta sexta-feira. Recebido aos gritos de ‘parabéns’ e pela euforia da equipe, o militar, que no último fim de semana ajudou a socorrer o cinegrafista Gelson Domingos — morto por traficantes na favela de Antares —, diz que a maior recompensa é o reconhecimento da família e dos amigos. “Minha mulher ligou e disse que tem orgulho de mim, que sou o herói dela. Isso vale muito mais que R$ 1 milhão”.
FONTE: O DIA ONLINE

Rio - É numa casa simples, de dois quartos, no subúrbio, que mora um dos PMs do grupo que recusou a propina de R$ 1 milhão oferecida em troca da liberdade do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha. Dinheiro que o cabo André Souza, de 39 anos, do Batalhão de Choque, só conseguiria juntar se trabalhasse 44 anos seguidos, sem gastar um centavo do salário — estimado em cerca de R$ 1.900 mensais. E que daria para comprar a casa própria que ele tanto sonha.
Mas a proposta ‘indecente’ não corrompeu o juramento que o policial fez ao vestir pela primeira vez a farda, há 9 anos. “Me deu muita raiva. Estavam nos comparando aos policiais que foram presos horas antes, dando cobertura na fuga de traficantes. Mas ofereceram dinheiro aos caras errados, não é isso que vai pagar a nossa dignidade”, desabafou o cabo, que não tem carro e vai trabalhar de carona ou trem.
Da mesma corporação em que os ‘arregos’ são um problema a ser enfrentado, Souza difere por um pensamento em que a lógica é simples: “Penso no que é correto. A gente é tão mal visto pela sociedade por culpa de uns poucos, que não vou compactuar com isso”.

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Imagem: Arte O Dia
Órfão de mãe desde os 6 anos, Souza falava ainda criança que seria PM. Sonho que começou a se tornar realidade na portaria de prédio da Zona Sul, onde o então porteiro dividia as horas de trabalho com os estudos para o concurso. Ele tem um filho de 15 anos.
Acostumado com o pouco ‘glamour’ da profissão, Souza só entendeu a dimensão de prender o traficante mais importante do Rio ao chegar no quartel, na manhã desta sexta-feira. Recebido aos gritos de ‘parabéns’ e pela euforia da equipe, o militar, que no último fim de semana ajudou a socorrer o cinegrafista Gelson Domingos — morto por traficantes na favela de Antares —, diz que a maior recompensa é o reconhecimento da família e dos amigos. “Minha mulher ligou e disse que tem orgulho de mim, que sou o herói dela. Isso vale muito mais que R$ 1 milhão”.
FONTE: O DIA ONLINE
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Governo desrespeita os militares mais uma vez!
O governo nos cozinhou, nos deu um molho e as negociações não avançaram”, diz Isaque Ximenes.

Que o governo Tião Viana não gosta dos militares, isso já ficou mais do que certo. Mas ao que tudo indica, a porta que ele tinha para reconquistar a categoria a cada dia está mais fechada.
As declarações do presidente da Associação dos Militares, Isaque Ximenes, na tarde de ontem, 17, mostraram claramente o desrespeito que o executivo estadual tem para com a terceira maior categoria do Acre.
De acordo com Ximenes, as negociações não avançaram e o governo acabou “cozinhando” e “dando um molho” nos militares que negociavam o auxilio fardamento, auxilio invalidez e a exigência do nível superior em concursos públicos para cursos de soldados e oficiais.
- Tivemos oito reuniões e essas questões não avançaram em nada. O auxilio uniforme que tinha sido já uma pauta concedida não vai poder se concretizar porque o governo afirmou que inviabilizaria a gestão, disse.
O representante do comando nas negociações, o tenente-coronel Ricardo, chegou a apresentar uma planilha absurda na qual se afirmava que 300 reais seria o bastante para a compra de um fardamento completo. A forte oposição da AME e da Associação das Praças do Corpo de Bombeiros (Aprabmac) e as denúncias realizadas no Blog 4 de Maio fizeram com que o valor sugerido não fosse jogado goela a baixo e uma contra-proposta foi apresentada no valor alçado em cerca de 2.000 reais para dois uniformes completos por ano.
O governo percebeu o despautério do comando da PM, recuou e agora afirma que não irá mais conceder o auxilio uniforme jogando na lata de lixo o que tinha ficado como certo na mesa de negociação.
Outra promessa não cumprida até o momento de Tião Viana, diz respeito à exigência do nível superior para uma pessoa se inserir nos quadros da PM e do Corpo de Bombeiros.
- Ainda está em andamento. Foi feita uma consulta a PGE (Procuradoria Geral do Estado) que fez uma minuta alterando alguns artigos da Lei 164, no entanto, o que chegou ao Gabinete Civil foi a informação de essa lei iria criar problemas para eles, eles iriam “levar pau” se fosse aprovado o nível superior. Eu disse que poderia colocar a questão para cima da AME, que fosse uma exigência nossa, mas até o momento a questão não avançou, continuou o presidente.
Das três pautas tidas como certas após o movimento, apenas o auxilio morte e invalidez continua com esperança de ser aprovada, embora tenham negociações não tenham avançado muito.
- No caso, esse auxílio vai cobrir a morte, invalidez temporária e permanente, mas não temos a certeza de que vai sair.

Maria das Candeias
Para a vice-presidente da AME, Maria das Candeias, o que faltou o cumprimento da palavra dos assessores do governo nas reuniões.
- Faltou compromisso e postura do governo. Ele (governo) sabe que os militares são uma classe sofredora e que vem, não é de hoje, por essas reivindicações. Por mais que eles tentem passar para gente que ele tem esse compromisso a gente só vê descaso, desabafou.
Assembleia Geral

A AME já está convocando os militares para uma assembleia geral para ao dia 29 deste mês a fim de decidir o que pode ser feito sobre o andamento das negociações.
- Nós vamos repassar todas as informações para os militares e lá iremos decidir o que vamos fazer, que atitude iremos tomar, disse.
Os membros da entidade pretendem passar em todas as unidades realizando o convite e conversando com os militares.
Correção;
Havíamos afirmado que o Assembleia Geral seria dia 27. O certo que a atividade acontecerá dia 29 deste mês, provavelmente na Escola Armado Nogueira em horário ainda a se definir.
Fonte: Blog 04 demaio
Que o governo Tião Viana não gosta dos militares, isso já ficou mais do que certo. Mas ao que tudo indica, a porta que ele tinha para reconquistar a categoria a cada dia está mais fechada.
As declarações do presidente da Associação dos Militares, Isaque Ximenes, na tarde de ontem, 17, mostraram claramente o desrespeito que o executivo estadual tem para com a terceira maior categoria do Acre.
De acordo com Ximenes, as negociações não avançaram e o governo acabou “cozinhando” e “dando um molho” nos militares que negociavam o auxilio fardamento, auxilio invalidez e a exigência do nível superior em concursos públicos para cursos de soldados e oficiais.
- Tivemos oito reuniões e essas questões não avançaram em nada. O auxilio uniforme que tinha sido já uma pauta concedida não vai poder se concretizar porque o governo afirmou que inviabilizaria a gestão, disse.
O representante do comando nas negociações, o tenente-coronel Ricardo, chegou a apresentar uma planilha absurda na qual se afirmava que 300 reais seria o bastante para a compra de um fardamento completo. A forte oposição da AME e da Associação das Praças do Corpo de Bombeiros (Aprabmac) e as denúncias realizadas no Blog 4 de Maio fizeram com que o valor sugerido não fosse jogado goela a baixo e uma contra-proposta foi apresentada no valor alçado em cerca de 2.000 reais para dois uniformes completos por ano.
O governo percebeu o despautério do comando da PM, recuou e agora afirma que não irá mais conceder o auxilio uniforme jogando na lata de lixo o que tinha ficado como certo na mesa de negociação.
Outra promessa não cumprida até o momento de Tião Viana, diz respeito à exigência do nível superior para uma pessoa se inserir nos quadros da PM e do Corpo de Bombeiros.
- Ainda está em andamento. Foi feita uma consulta a PGE (Procuradoria Geral do Estado) que fez uma minuta alterando alguns artigos da Lei 164, no entanto, o que chegou ao Gabinete Civil foi a informação de essa lei iria criar problemas para eles, eles iriam “levar pau” se fosse aprovado o nível superior. Eu disse que poderia colocar a questão para cima da AME, que fosse uma exigência nossa, mas até o momento a questão não avançou, continuou o presidente.
Das três pautas tidas como certas após o movimento, apenas o auxilio morte e invalidez continua com esperança de ser aprovada, embora tenham negociações não tenham avançado muito.
- No caso, esse auxílio vai cobrir a morte, invalidez temporária e permanente, mas não temos a certeza de que vai sair.
Maria das Candeias
Para a vice-presidente da AME, Maria das Candeias, o que faltou o cumprimento da palavra dos assessores do governo nas reuniões.
- Faltou compromisso e postura do governo. Ele (governo) sabe que os militares são uma classe sofredora e que vem, não é de hoje, por essas reivindicações. Por mais que eles tentem passar para gente que ele tem esse compromisso a gente só vê descaso, desabafou.
Assembleia Geral

A AME já está convocando os militares para uma assembleia geral para ao dia 29 deste mês a fim de decidir o que pode ser feito sobre o andamento das negociações.
- Nós vamos repassar todas as informações para os militares e lá iremos decidir o que vamos fazer, que atitude iremos tomar, disse.
Os membros da entidade pretendem passar em todas as unidades realizando o convite e conversando com os militares.
Correção;
Havíamos afirmado que o Assembleia Geral seria dia 27. O certo que a atividade acontecerá dia 29 deste mês, provavelmente na Escola Armado Nogueira em horário ainda a se definir.
Fonte: Blog 04 demaio
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
PERSEGUIÇÃO PETISTA!
14 militares são indiciados pela prática de motim e obstrução do serviço policial na reivindicação de melhores salários para a PM e Corpo de Bombeiros.
Quem achava que o governo Tião Viana havia esquecido a paralisação dos dias 13 e 14 de maio se enganou. Se por um lado o executivo petista enrola a categoria quanto à negociação de pautas pós-movimento, por outro, continua a perseguir pais de família que buscavam melhores condições de vida, trabalho e salário.
Pelo menos 14 policiais militares foram indiciados pelo Inquérito Policial Militar (IPM) nº 010/2011 acusados realizarem motim, em uma investigação destinada a apurar apenas a obstrução da saída de veículos do quartel da PM.
De acordo com o documento enviado para o Tribunal de Justiça, no último dia 3, os militares transgrediram o Código Penal Militar ao se manterem em frente ao portão e não terem se manifestado em favor da ordem dada pelos oficiais.
- Vemos que a conduta dos policiais militares que estavam em frente ao portão lateral do QCG amolda-se perfeitamente ao tipo, vez que houve recusa conjunta, quando faziam o oposto do que lhes foi devidamente ordenado. Certamente encorajado pelo somatório de pessoas, sentiram-se os militares insurretos, mais fortes e audaciosos à prática do motim [...] se opuseram a ordens superiores, no momento em que ouviram os oficiais determinando que o portão fosse desobstruído, decidiram continuar inertes, como se nada tivesse ouvido [...], traz o documento.
O inquérito foi produzido graças às partes feitas pelos oficiais Majores Paulo, Almir, Márcio e Freitas, pelo tenente-coronel Ricardo e Victor e tenentes Albuquerque e Generoso, este último pertencente à Credmac, que por estar à frente de uma cooperativa militar deveria ficar ao lado da tropa.
A vice-presidente da AME, Maria das Candeias, uma das indiciadas, afirma que isso tudo é uma perseguição do governo que não gosta dos militares.
- Eu já fui transferida mais de cinco vezes de posto de trabalho em represália ao movimento, sofri assédio moral dentro da corporação e por isso estou psicologicamente afetada, disse.
A associação dos militares decidirá que providências tomará a respeito do assunto. Os ânimos não estão nada bem e o governo poderá sofrer mais desgaste político nos próximos dias. Já se fala em manifestação e greve de fome em frente ao Palácio Rio Branco.
Major Rocha, o líder do movimento!
O documento da corregedoria cita diversas vezes o deputado major Rocha como líder do movimento e representante da categoria.
- Está clarividente que a liderança pertencia ao Major Rocha. Este chegou a conversar com os oficiais, negando-se claramente a sair da frente do portão do QCG.
De acordo com a conclusão do inquérito de argumentação fraca juridicamente e sob a responsabilidade do tenente-coronel Victor, o parlamentar mesmo com o mandato está sujeito ao Código Penal Militar por ser da reserva.
- No caso em questão, vemos que a conduta MAJ RR Rocha em permanecer sentado em frente ao portão, impedindo a saída de viatura para o atendimento de ocorrências, bem como a conduta de aliciar militares para a prática de motim, previsto no Código Penal Militar, pois mesmo no exercício do mandato de deputado estadual, ele submete-se a aplicação da lei penal por ser militar da reserva remunerada. Em tais circunstâncias, não se vislumbra o exercício de imunidade, haja vista que os fatos narrados não guardam relação de conexão com a condição de parlamentar.
O documento em nenhuma das páginas reflete sobre o que significa a imunidade parlamentar, muito menos trás em seu bojo denúncias que afetem a conduta do deputado, que no movimento estava cuidando dos interesses da categoria que o elegeu como representante legislativo. Não se registrou também em nenhum momento o deputado sentado em frente ao portão, o que mostra a parcialidade do documento e a sede governista em prejudicar os militares.
- Sempre vou está do lado da tropa e estou à disposição dos militares que se sentirem ofendidos por esse inquérito, disse Rocha.
AME realiza reunião com os denunciados.
Está marcada para amanhã, dia 8, às 15 horas, na sede da AME, uma reunião com todos os indiciados no inquérito policial.
Saiba quem são os militares denunciados:
01 - MAJ Wherles Fernandes da Rocha
02 - CAP Jairo Teixeira de Souza
03 - TEN Antonio Vasconcelos da Silva
04 - ST Veríssimo da Costa Antrobos
05 - SGT Isaias de Oliveira Pedro
06 - SGT Antonio Ocenildo Pereira
07 - SGT Cirlândia Fonseca de Oliveira Lima
08 - SGT Maria das Candeias Santos Lima
09 - SGT Francisco Evilázio da Costa
10 - SGT Rosivam Marques da Silva
11 - SGT Manuel Zuza da Silva
12 - SGT Kalyl Moraes de Aquino
13 - SGT Raimundo Nonato Ferreira de Souza
14 - SD Kenny Robert Fonseca Vasconcelos
Maiores informações: 3224-1934.
FONTE: BLOG 04 DE MAIO
Quem achava que o governo Tião Viana havia esquecido a paralisação dos dias 13 e 14 de maio se enganou. Se por um lado o executivo petista enrola a categoria quanto à negociação de pautas pós-movimento, por outro, continua a perseguir pais de família que buscavam melhores condições de vida, trabalho e salário.
Pelo menos 14 policiais militares foram indiciados pelo Inquérito Policial Militar (IPM) nº 010/2011 acusados realizarem motim, em uma investigação destinada a apurar apenas a obstrução da saída de veículos do quartel da PM.
De acordo com o documento enviado para o Tribunal de Justiça, no último dia 3, os militares transgrediram o Código Penal Militar ao se manterem em frente ao portão e não terem se manifestado em favor da ordem dada pelos oficiais.
- Vemos que a conduta dos policiais militares que estavam em frente ao portão lateral do QCG amolda-se perfeitamente ao tipo, vez que houve recusa conjunta, quando faziam o oposto do que lhes foi devidamente ordenado. Certamente encorajado pelo somatório de pessoas, sentiram-se os militares insurretos, mais fortes e audaciosos à prática do motim [...] se opuseram a ordens superiores, no momento em que ouviram os oficiais determinando que o portão fosse desobstruído, decidiram continuar inertes, como se nada tivesse ouvido [...], traz o documento.
O inquérito foi produzido graças às partes feitas pelos oficiais Majores Paulo, Almir, Márcio e Freitas, pelo tenente-coronel Ricardo e Victor e tenentes Albuquerque e Generoso, este último pertencente à Credmac, que por estar à frente de uma cooperativa militar deveria ficar ao lado da tropa.
A vice-presidente da AME, Maria das Candeias, uma das indiciadas, afirma que isso tudo é uma perseguição do governo que não gosta dos militares.
- Eu já fui transferida mais de cinco vezes de posto de trabalho em represália ao movimento, sofri assédio moral dentro da corporação e por isso estou psicologicamente afetada, disse.
A associação dos militares decidirá que providências tomará a respeito do assunto. Os ânimos não estão nada bem e o governo poderá sofrer mais desgaste político nos próximos dias. Já se fala em manifestação e greve de fome em frente ao Palácio Rio Branco.
Major Rocha, o líder do movimento!
O documento da corregedoria cita diversas vezes o deputado major Rocha como líder do movimento e representante da categoria.
- Está clarividente que a liderança pertencia ao Major Rocha. Este chegou a conversar com os oficiais, negando-se claramente a sair da frente do portão do QCG.
De acordo com a conclusão do inquérito de argumentação fraca juridicamente e sob a responsabilidade do tenente-coronel Victor, o parlamentar mesmo com o mandato está sujeito ao Código Penal Militar por ser da reserva.
- No caso em questão, vemos que a conduta MAJ RR Rocha em permanecer sentado em frente ao portão, impedindo a saída de viatura para o atendimento de ocorrências, bem como a conduta de aliciar militares para a prática de motim, previsto no Código Penal Militar, pois mesmo no exercício do mandato de deputado estadual, ele submete-se a aplicação da lei penal por ser militar da reserva remunerada. Em tais circunstâncias, não se vislumbra o exercício de imunidade, haja vista que os fatos narrados não guardam relação de conexão com a condição de parlamentar.
O documento em nenhuma das páginas reflete sobre o que significa a imunidade parlamentar, muito menos trás em seu bojo denúncias que afetem a conduta do deputado, que no movimento estava cuidando dos interesses da categoria que o elegeu como representante legislativo. Não se registrou também em nenhum momento o deputado sentado em frente ao portão, o que mostra a parcialidade do documento e a sede governista em prejudicar os militares.
- Sempre vou está do lado da tropa e estou à disposição dos militares que se sentirem ofendidos por esse inquérito, disse Rocha.
AME realiza reunião com os denunciados.
Está marcada para amanhã, dia 8, às 15 horas, na sede da AME, uma reunião com todos os indiciados no inquérito policial.
Saiba quem são os militares denunciados:
01 - MAJ Wherles Fernandes da Rocha
02 - CAP Jairo Teixeira de Souza
03 - TEN Antonio Vasconcelos da Silva
04 - ST Veríssimo da Costa Antrobos
05 - SGT Isaias de Oliveira Pedro
06 - SGT Antonio Ocenildo Pereira
07 - SGT Cirlândia Fonseca de Oliveira Lima
08 - SGT Maria das Candeias Santos Lima
09 - SGT Francisco Evilázio da Costa
10 - SGT Rosivam Marques da Silva
11 - SGT Manuel Zuza da Silva
12 - SGT Kalyl Moraes de Aquino
13 - SGT Raimundo Nonato Ferreira de Souza
14 - SD Kenny Robert Fonseca Vasconcelos
Maiores informações: 3224-1934.
FONTE: BLOG 04 DE MAIO
domingo, 30 de outubro de 2011
Deputado Marllos afirma que presidente da Câmara barra a PEC 300
Em pronunciamento no plenário da Câmara realizado na tarde desta quinta-feira (27), o deputado Marllos Sampaio (PMDB) afirmou que a PEC 300 não entra na pauta de votação porque o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT/RS), não permite.
“Não é culpa dos Deputados desta Casa. O culpado da PEC 300 não ser votada, único e exclusivamente, é o Deputado Marco Maia, Presidente desta Casa, que não a coloca na pauta de votação. É uma vergonha!”
Ele lembrou que Maia chegou até mesmo a tratar mal os integrantes da Comissão de Segurança Pública que foram lhe pedir para colocar a PEC em votação.
“Quando nós perguntamos a S.Exa. sobre a PEC 300, ele fala alto, trata mal, é deselegante e diz: Se vira, se vira, não tenho nada a ver com isso, vá falar com os Governadores”.
Marllos pediu para que os militares cobrem de Marco Maia a inclusão da PEC 300 na pauta de votação da Câmara.
“Eu, como Deputado Federal, em nome da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, da qual faço parte, em nome da Liderança do PMDB, do qual sou Vice-Líder, estou aqui dizendo, de viva voz, para todo o Brasil: cobrem do Presidente da Casa, Deputado Marco Maia, único e verdadeiro culpado da PEC 300 não entrar em votação nesta Casa”, finalizou.
FONTE: Site Oficial Deputado fEDERAL MARLLOS SAMPAIO/PMDB-PI
“Não é culpa dos Deputados desta Casa. O culpado da PEC 300 não ser votada, único e exclusivamente, é o Deputado Marco Maia, Presidente desta Casa, que não a coloca na pauta de votação. É uma vergonha!”
Ele lembrou que Maia chegou até mesmo a tratar mal os integrantes da Comissão de Segurança Pública que foram lhe pedir para colocar a PEC em votação.
“Quando nós perguntamos a S.Exa. sobre a PEC 300, ele fala alto, trata mal, é deselegante e diz: Se vira, se vira, não tenho nada a ver com isso, vá falar com os Governadores”.
Marllos pediu para que os militares cobrem de Marco Maia a inclusão da PEC 300 na pauta de votação da Câmara.
“Eu, como Deputado Federal, em nome da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, da qual faço parte, em nome da Liderança do PMDB, do qual sou Vice-Líder, estou aqui dizendo, de viva voz, para todo o Brasil: cobrem do Presidente da Casa, Deputado Marco Maia, único e verdadeiro culpado da PEC 300 não entrar em votação nesta Casa”, finalizou.
FONTE: Site Oficial Deputado fEDERAL MARLLOS SAMPAIO/PMDB-PI
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Arena da Floresta: palco de um festival de irregularidades graves.
Inaugurado a mais de cinco anos, o estádio Arena da Floresta foi oferecido à população do Estado, como uma maravilha da arquitetura moderna. Uma das obras mais divulgadas entre os projetos do então governador Jorge Viana (PT), que durante a campanha dos estados brasileiros para sediar a Copa 2014, apresentou aos representantes da Fifa, como um dos estádios mais modernos do país, é segundo processo do MPE, “uma obra nova, inacabada e maquiada”.
A reportagem de ac24horas teve acesso ao processo movido pela Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, que proibiu a realização de jogos com a presença de torcida no Arena da Floresta. A documentação aponta uma série de irregularidades graves. O estádio que vem sendo usado em todas as competições de futebol em nível nacional, sequer poderia está recebendo público, já que de acordo com o processo não tem Habite-se.
O Habite-se é expedido pelo Poder Público Municipal e autoriza a utilização do imóvel. A promotora de Justiça de defesa do Consumidor, Alessandra Marques enviou requerimento a prefeitura de Rio Branco, no dia 26 setembro solicitando a apresentação do Habite-se, mas em resposta a secretária de Desenvolvimento e Obras Públicas, declarou: “o estádio Arena da Floresta não possui até a presente data, o Termo de Habite-se”, comprovando a irregularidade na utilização da praça esportiva.
Em todos os laudos requeridos pelo MPE constam irregularidades.
O laudo de engenharia anexo ao processo aponta anomalias críticas, regulares e mínimas na estrutura do estádio, como o fato de que estruturas de ferro encontravam-se à mostra em alguns pontos da obra. O MPE estipulou prazo para a correção, mas o Governo do Estado não sanou as irregularidades, de acordo com o processo.
O MPE constatou ainda, a falta de uma série de documentos no laudo de vistoria de engenharia realizada pelo Crea.
Preocupados com o estado da estrutura do estádio, os engenheiros do Crea recomendaram que fosse realizado exame estrutural, em virtude das rachaduras detectadas no estádio, mas até o momento o governo não sinaliza com esta possibilidade.

Os questionamentos da promotoria mostram ainda, problemas de prevenção e combate de incêndio na estrutura do estádio que “não se adéqua, nem de longe”, as exigências do Ministério do Esporte.
Segundo avaliação do MPE, o Arena da Floresta não está preparado para receber o público estipulado pelo Governo do Estado, já que falta uma central técnica de informações; monitoramento por imagem; gerência de segurança; barreiras físicas para separar torcedores e espaço destinado à torcida visitante.
O laudo da Vigilância Sanitária apontando diversas inadequações sanitárias que atingem diretamente a qualidade dos alimentos comercializados no interior da praça de jogo.
A documentação enviada ao Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ-AC), pela promotora Alessandra Marques é contundente ao afirmar que o Arena da Floresta não poderia está em funcionamento. “Hoje, desde já deve dizer, o Arena da Floresta é uma obra nova, inacabada e maquiada”, afirma à promotora.
LIBERAÇÃO DO ESTÁDIO
A liberação do Arena também é questionada pela promotoria, que afirma que o magistrado plantonista noturno criou, inovou e inventou ao autorizar o Estado a promover os jogos das séries C e D, com a presença de público.
“É de se destacar que o Estado do Acre, proprietário do Arena da Floresta, deixou todos os prazos para sanar as anomalias de engenharia se esgotassem, crente na impunidade e na generosidade de algumas decisões judiciais em relação ao poder Político, optando por improvisar de última hora, maquiando a situação do estádio”, diz Alessandra Marques.
Ação judicial do governo eliminou o Rio Branco e colocou a vida de torcedores em risco
Na documentação que mostra os problemas técnicos do Arena da Floresta, a promotora Alessandra Marques alerta para dois erros graves cometidos pelo Governo do estado. Segundo a promotora o governo teria cometido “um quadro trapalhadas, interessado em impor sua vontade a qualquer custo”.
A promotora deixa claro, que a pressa do governo em resolver a questão atrapalhou e complicou a situação do Rio Branco Futebol Clube, já que o Estado recorreu na Justiça comum e ainda fez o time de futebol a incorrer no mesmo erro, sendo que o canal seria a Justiça desportiva, que alertaria a CBF para chegar a uma solução do problema.
Sobre o risco que correram os torcedores com a lotação completa do estádio, a promotora é enfática na documentação: “os laudos apresentados pelo Estado do Acre à CBF indicavam problemas de engenharia, de segurança, de combate a incêndios e condições sanitárias. Não foi sequer cogitada a realização do laudo estrutural.
Um trecho negritado na documentação enviada ao TJ-Acre, a promotora diz que o Estado impôs sua vontade a qualquer custo sem se preocupar com a segurança dos torcedores, que corriam sérios riscos pelos abalos sofridos na estrutura do estádio.
Audiência vai definir situação do Arena da Floresta
Este ano o estádio Arena da Floresta não vai mais receber nenhuma partida oficial e deve permanecer fechado até a abertura da temporada 2012, com a Copa do Brasil. Nesse período de “desativação”, a Secretaria de Esportes pretende realizar os ajustes recomendados pelo Ministério Público Estadual, que pediu o fechamento daquela praça esportiva no inicio da série C este ano.
Hoje a tarde, na 4a. Vara Civil de Rio Branco, o secretário adjunto de esportes, Mauro de Deus, participa de uma audiência que deve servir para definir de uma vez por todas a liberaçao definitiva do Arena para o ano que vem. (Jairo Barbosa)
FONTE: Ray Melo, da redação de ac24horas – raymelo.ac@gmail.com
A reportagem de ac24horas teve acesso ao processo movido pela Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, que proibiu a realização de jogos com a presença de torcida no Arena da Floresta. A documentação aponta uma série de irregularidades graves. O estádio que vem sendo usado em todas as competições de futebol em nível nacional, sequer poderia está recebendo público, já que de acordo com o processo não tem Habite-se.
O Habite-se é expedido pelo Poder Público Municipal e autoriza a utilização do imóvel. A promotora de Justiça de defesa do Consumidor, Alessandra Marques enviou requerimento a prefeitura de Rio Branco, no dia 26 setembro solicitando a apresentação do Habite-se, mas em resposta a secretária de Desenvolvimento e Obras Públicas, declarou: “o estádio Arena da Floresta não possui até a presente data, o Termo de Habite-se”, comprovando a irregularidade na utilização da praça esportiva.Em todos os laudos requeridos pelo MPE constam irregularidades.
O laudo de engenharia anexo ao processo aponta anomalias críticas, regulares e mínimas na estrutura do estádio, como o fato de que estruturas de ferro encontravam-se à mostra em alguns pontos da obra. O MPE estipulou prazo para a correção, mas o Governo do Estado não sanou as irregularidades, de acordo com o processo.
O MPE constatou ainda, a falta de uma série de documentos no laudo de vistoria de engenharia realizada pelo Crea.
Preocupados com o estado da estrutura do estádio, os engenheiros do Crea recomendaram que fosse realizado exame estrutural, em virtude das rachaduras detectadas no estádio, mas até o momento o governo não sinaliza com esta possibilidade.

Os questionamentos da promotoria mostram ainda, problemas de prevenção e combate de incêndio na estrutura do estádio que “não se adéqua, nem de longe”, as exigências do Ministério do Esporte.
Segundo avaliação do MPE, o Arena da Floresta não está preparado para receber o público estipulado pelo Governo do Estado, já que falta uma central técnica de informações; monitoramento por imagem; gerência de segurança; barreiras físicas para separar torcedores e espaço destinado à torcida visitante.
O laudo da Vigilância Sanitária apontando diversas inadequações sanitárias que atingem diretamente a qualidade dos alimentos comercializados no interior da praça de jogo.
A documentação enviada ao Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ-AC), pela promotora Alessandra Marques é contundente ao afirmar que o Arena da Floresta não poderia está em funcionamento. “Hoje, desde já deve dizer, o Arena da Floresta é uma obra nova, inacabada e maquiada”, afirma à promotora.
LIBERAÇÃO DO ESTÁDIO
A liberação do Arena também é questionada pela promotoria, que afirma que o magistrado plantonista noturno criou, inovou e inventou ao autorizar o Estado a promover os jogos das séries C e D, com a presença de público.
“É de se destacar que o Estado do Acre, proprietário do Arena da Floresta, deixou todos os prazos para sanar as anomalias de engenharia se esgotassem, crente na impunidade e na generosidade de algumas decisões judiciais em relação ao poder Político, optando por improvisar de última hora, maquiando a situação do estádio”, diz Alessandra Marques.
Ação judicial do governo eliminou o Rio Branco e colocou a vida de torcedores em risco
Na documentação que mostra os problemas técnicos do Arena da Floresta, a promotora Alessandra Marques alerta para dois erros graves cometidos pelo Governo do estado. Segundo a promotora o governo teria cometido “um quadro trapalhadas, interessado em impor sua vontade a qualquer custo”.
A promotora deixa claro, que a pressa do governo em resolver a questão atrapalhou e complicou a situação do Rio Branco Futebol Clube, já que o Estado recorreu na Justiça comum e ainda fez o time de futebol a incorrer no mesmo erro, sendo que o canal seria a Justiça desportiva, que alertaria a CBF para chegar a uma solução do problema.
Sobre o risco que correram os torcedores com a lotação completa do estádio, a promotora é enfática na documentação: “os laudos apresentados pelo Estado do Acre à CBF indicavam problemas de engenharia, de segurança, de combate a incêndios e condições sanitárias. Não foi sequer cogitada a realização do laudo estrutural.
Um trecho negritado na documentação enviada ao TJ-Acre, a promotora diz que o Estado impôs sua vontade a qualquer custo sem se preocupar com a segurança dos torcedores, que corriam sérios riscos pelos abalos sofridos na estrutura do estádio.
Audiência vai definir situação do Arena da Floresta
Este ano o estádio Arena da Floresta não vai mais receber nenhuma partida oficial e deve permanecer fechado até a abertura da temporada 2012, com a Copa do Brasil. Nesse período de “desativação”, a Secretaria de Esportes pretende realizar os ajustes recomendados pelo Ministério Público Estadual, que pediu o fechamento daquela praça esportiva no inicio da série C este ano.
Hoje a tarde, na 4a. Vara Civil de Rio Branco, o secretário adjunto de esportes, Mauro de Deus, participa de uma audiência que deve servir para definir de uma vez por todas a liberaçao definitiva do Arena para o ano que vem. (Jairo Barbosa)
FONTE: Ray Melo, da redação de ac24horas – raymelo.ac@gmail.com
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