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RIO BRANCO-AC,POLICIAL MILITAR DESDE 1994, INICIANDO COMO SOLDADO, FUI CABO E SARGENTO PM; GRADUADO EM TECNOLOGIA DE PROCESSOS GERENCIAIS, CASADO E PAI DE TRÊS FILHOS, EVANGÉLICO E TENHO MAIOR ORGULHO DE SER POLICIAL MILITAR E SER FLAMENGO!
QUE AS BENÇÃOS DE DEUS PERMANEÇA SOBRE TODOS!



quinta-feira, 5 de julho de 2012

Inversão de valores na Segurança Pública: agora a culpa é do cidadão.

Por Marilda Pansonato Pinheiro -Jornal da Tarde 
Nós, Delegados de Polícia, assistimos atônitos declarações dos responsáveis pela segurança pública nos recomendar “segurança privada” e assumindo publicamente sua falta de competência no policiamento ostensivo no Estado de São Paulo. Para completar o quadro, que seria cômico, não fosse trágico, essas mesmas autoridades negam ou tentam ignorar publicamente a existência e a ousadia da conhecida facção criminosa, provavelmente responsável pelos últimos ataques na cidade, subestimando a inteligência e a realidade do cidadão.
O estado de São Paulo atingiu o ápice da falência na segurança pública e vários fatores, anunciando que o pior estaria por vir, foram desconsiderados ao longo desses anos. Crer em estatísticas facilmente manipuladas, associadas ao comodismo da sociedade em confiar que tudo estaria sob controle, levou essa mesma sociedade ao caos e ao inferno – este deixando de ser imaginário para se tornar a mais pura e cruel realidade. Cada vez mais os fatos empurram os cidadãos para dentro de suas casas, como se fossem prisões particulares.
Não se pode mais frequentar um restaurante. O medo dos arrastões assusta. O cidadão faz a sua parte, paga seus impostos, procura porto seguro, mas não encontra respaldo. Infelizmente a violência faz parte do cotidiano da maioria e não se pode encarar quem comete crimes como se ele fosse vítima da sociedade, quando que, na verdade, é o contrário. O índice de homicídios que, pelo terceiro mês seguido, registrou aumento na cidade de São Paulo (102 casos em maio, com aumento de 21,4% em relação ao mesmo mês em 2011), é “triste”, mas “natural”, segundo declarações de autoridades do estado.
Enquanto isso, a sociedade fica em estado de coma, assistindo passivamente as autoridades tentando safar-se de suas responsabilidades em jornais de expressão nacional.
Desenhar nas suas verdadeiras cores a realidade não significa atentar contra a segurança pública nem promover o pânico, mas exercer como cidadã a livre manifestação do pensamento, com o único propósito de que a população seja ouvida e talvez atendida. Esse mesmo e massacrado cidadão, como se nota nas entrelinhas de algumas “declarações oficiais”, ditas por aqueles que detêm o dever legal de zelar por sua segurança, é inconcebivelmente “vítima natural” da imensa cidade que criou. É o mesmo que dizer: Cidadão, a culpa é sua! Até porque transferir a culpa, para muitos, é mais fácil que assumir.
A sociedade, por sua vez, precisa estar sempre atenta para cobrar de seus governantes um direito que é seu: o de se sentir seguro. Cabe também ao cidadão a cobrança por um Estado mais justo, com políticas públicas eficientes, livres de disparidades e sem qualquer inversão de valores.

FONTE; BLOG DA RENATA.

Juíza afirma que os militares precisam descobrir a força que tem.

sábado, 16 de junho de 2012

Trabalho debaterá unificação das polícias Civil e Militar

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público realizará nesta quinta-feira (14) audiência pública sobre a unificação das polícias Civil e Militar.
O debate foi proposto pelo deputado Chico Lopes (PCdoB-CE). “As estatísticas dos órgãos de prevenção e repressão não param de revelar o crescimento contínuo da criminalidade no País. Convém lembrar como chegamos à situação atual – o fato de haver duas polícias: uma militar, encarregada do policiamento ostensivo, e outra civil, com atribuições de polícia investigativa”, disse ele.
“A proposta da unificação das polícias tem causado muita polêmica, e constantes debates estão sendo realizados entre os profissionais de segurança pública, agentes políticos e a sociedade em geral. Por isso, considero oportuna a realização desta audiência pública”, acrescentou.
Foram convidados: 

- representantes dos ministérios da Justiça e da Defesa; 
- o secretário de Segurança de São Bernardo do Campo (SP), Benedito Mariano, que é membro do Conselho de Gestores das Guardas Municipais; 
- o presidente do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia, Ranolfo Vieira Jr.; 
- o presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares, Nazareno Marcineiro.

A reunião será realizada às 10 horas, no Plenário 12;

FONTE:BLOG 4 DE MAIO

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O TRABALHADOR POLICIAL.

Ivenio Hermes Junior



Perfil do Profissional de Segurança Pública

1- INTRODUÇÃO

O trabalhismo foi a influência que restou de certos grupos e agremiações de trabalhadores fabris que sobreviveram até o inicio da Era Vargas (1930-1945), quando deixaram de existir, pois receberam o estigma de terem seus movimentos pautados no anarquismo e no comunismo.

Sutilmente, a propaganda política de Vargas, transformou um dia marcado por piquetes e passeatas, manifestações públicas de reinvindicação num dia comemorativo objetivando a celebração do trabalhador em seu dia.

A política do pão e circo tomou conta do povo, o dia de manifestação se tornou um feriado com festas populares, desfiles e celebrações similares. E atualmente, até os movimentos sindicais não usam mais esse dia com o fim original.

2- A BUSCA POR ESTABILIDADE

A busca por estabilidade no trabalho, garantias trabalhistas, segurança na aposentadoria, transformou a oportunidade de um emprego público, como admissão através de concurso, em uma perspectiva razoável para muitos brasileiros.

Na iniciativa privada, por mais tentadores que sejam os salários, não existe a segurança de se chegar à aposentadoria e nem de que essa aposentadoria traga os proventos integrais.

Dentre os concursos mais concorridos estão os das carreiras jurídicas e polícia por oferecerem os melhores salários (no caso da primeira) ou por oferecerem a estabilidade (caso da primeira e da segunda).

Cursos preparatórios para essas áreas abrem vagas antes mesmos do lançamento de um edital. Basta o boato de um novo concurso surgir para que as salas de aulas desses cursos lotem de pessoas em busca de um emprego ou de funcionários públicos que querem migrar para uma instituição com melhores salários ou maior credibilidade junto à opinião da sociedade ou outros.


3- CONCURSOS PARA POLÍCIA

Os concursos mais concorridos nessa área são para as polícias federais, entretanto, algumas polícias estaduais também apresentam altos índices de concorrência para o ingresso em seus quadros.

Esse fenômeno ocorre devido à vários fatores, dentre os quais elencamos os três abaixo:

3.1 Salários Atraentes e Condições de Trabalho

Esse é certamente o principal atrativo para as polícias federais e algumas polícias estaduais, afinal de contas, quem não quer receber um bom salário e trabalhar com reconhecimento, condições pessoais e materiais?

No topo disso existe o orgulho de pertencer a esta ou aquela corporação.

3.2 Influência Americana

Não podemos esquecer que a influência dos filmes estadunidenses é grande, ela leva muitos jovens a idealizar uma carreira policial cheia de adrenalina e povoada de situações presentes somente no imaginário das produções cinematográficas.

3.3 Vontade de proteger e servir

É correto afirmar que a carreira policial possui seus atrativos glamourosos: o uso de um uniforme, a ostentação de uma insígnia, a investidura do poder, o porte de arma que ainda representa forte representação de poder para alguns.

Entretanto, a grande busca está no reconhecimento social pela prestação do serviço de proteger e servir.

Não se deve nunca desconsiderar que as carreiras policiais, embora algumas com bons salários, apresentam um índice de periculosidade e insalubridade muito alto. Mas esse fator que aparentemente é desmotivador, não afasta os milhares de concorrentes dos certames.

4- PREÇO DE SER POLICIAL

Danilo Ferreira em seu texto “Quanto você cobraria para ser policial?” leva o leitor a refletir sobre quanto alguém deveria cobrar para ser policial. O autor apresenta importantes fatores que determinariam a iniciativa ou não de optar pela carreira.

Utilizando os fatores abordados no texto de Ferreira, exortamos para a seguinte compreensão:


A Supressão do Sono

A polícia trabalha diuturnamente. Enquanto muitos estão descansando os policiais estão trabalhando, perdendo horas de sono que se transformarão em estresse, envelhecimento precoce, distúrbios alimentares e outras mazelas que o ato de não dormir nas horas e quantidades certas trazem ao corpo.

Ausência do Convívio Social e Familiar

Ao trabalhar em regime de escala e ser chamado para compor escalas especiais, é muito comum o policial não conseguir comparecer a eventos comemorativos familiares e sociais e em alguns casos, ele nem pode firmar compromisso sem conhecer previamente os dias que estará de plantão.

Risco de Morte

As mortes de policiais são comumente oriundas de confrontos com meliantes, acidentes de viatura, sem falar na morte social quando o policial enfrenta situações para as quais não foi treinado devidamente e é cobrado por elas, tendo que responder processos que mitigam a capacidade de envolvimento com o serviço.

A morte é considerada o preço mais alto que o policial pode pagar, sendo que não é pago apenas pelo agente, a dívida é transferida para a família que muito dificilmente se recupera do trauma de uma morte trágica em serviço.

Reconhecimento

O reconhecimento profissional é quase inexistente. Se um agente da lei acerta, está fazendo sua mera obrigação, se erra está errado mesmo e deve ser punido. E salvo o reconhecimento em serviço, que também nem sempre ocorre, o externo é pequeno.

Fora do serviço, é melhor evitar saberem que ele é policial, para não levar os riscos da profissão para o ambiente familiar e assim colocar seus queridos em risco.


Ação Salvar Vidas

Trabalho cotidiano da polícia. Enquanto muitos nem sabem o que se passa ao seu redor, o policial evita uns crimes, põe fim em outros, salva vidas, socorre vítimas, sendo que faz isso muitas vezes com a exposição de sua própria vida.


Polidez e Habilidade de Negociar

Essa imagem está desgastada no policial brasileiro devido a ausência de treinamento constante e acompanhamento psicológico regular que evitariam o estresse inerente da profissão que eventualmente ocorre.

5- AINDA ASSIM UM SONHO DE MUITOS

Os ocupantes da carreira policial e os aspirantes a ela apresentam a motivação original criada no trabalhismo pré Vargas: trabalhadores que deveriam ser mais bem valorizados, e que como não são, lutam por melhores salários e condições de trabalho.

Apesar dos dissabores da profissão policial, muitos labutam nela há muitos anos, dando o melhor de si dentro do treinamento que recebeu para poder honrar a sua investidura no cargo, representada pelo sonhado distintivo.

Outros lutam com todas as forças para pertencer a essa carreira tão peculiar, empreendendo esforços, tempo e dinheiro em cursos preparatórios, também adquirindo condicionamento físico para passar no teste de aptidão física e até procurando se enquadrar no perfil psicológico exigido para o trabalho.

Há ainda aqueles que já venceram as etapas do certame, mas por circunstâncias alheias às suas vontades, não foram nomeados e aguardam seus chamados para ingressarem na polícia. Alguns formam inclusive comissões para sensibilizar políticos e a população sobre a necessidade de tê-los para aumentar a segurança tão necessária nos dias atuais.

6- CONGRATULAÇÕES FINAIS

Os encarregados de aplicar a lei e aqueles que aspiram entrar nessa carreira com o objetivo de proteger e servir merecem o respeito da sociedade.

A todos, já inseridos na atividade policial ou não, pelo seu empenho e determinação, hoje é um dia de refletir para prosseguir trabalhando para conquistar seus sonhos, por isso, vocês merecem um feliz dia dos trabalhadores.

FONTE; BLOG DO CAP. ASSUMÇÃO.

domingo, 22 de abril de 2012

PEC 300: O Descaso e a contradição!

 





Desde o ano passado assistimos a uma onda crescente de manifestações de policiais militares reivindicando melhores condições de trabalho e salários. Em 2012, essas manifestações se transformaram em greves na Bahia e no Rio de Janeiro.
Grande parte da mídia apresenta apenas parte do problema, pautando o assunto na questão da proibição de greve por parte de policiais militares e nunca apontando as causas desses movimentos. Mas, mais do que isso, as mobilizações dos policiais carregam explicações essenciais para entendermos aspectos importantes da sociedade brasileira.

A primeira é que expõe o descaso do poder público com serviços sociais. A remuneração inicial do policiais militar carioca, por exemplo, gira em torno de R$ 1.300,00. As manifestações recentes de policiais militares se unificam justamente nesse ponto, ao lutarem pela aprovação da PEC300 que igualaria os salários de policiais militares e bombeiros àqueles vigentes no Distrito Federal.

Além disso, este fenômeno desvenda uma contradição: a polícia funciona como instrumento legítimo da violência do Estado, em consonância com os objetivos da ordem capitalista. Entretanto, sob a lógica do capital, e potencializada pela ideologia neoliberal, na qual a ideia que prevalece é o corte nos gastos do governo, inclusive nos gastos com serviços sociais, muitos governos acabam por desprezar setores que fazem parte da máquina do Estado para sua legitimação.

A partir do exposto, a dualidade do tema é que por um lado, a policia faz parte do aparelho de legitimação do Estado, mas, por outro, ela se encontra como mais um setor que “produz” despesas para as contas públicas por meio dos salários dos policiais e de todos os investimentos que esse setor necessita.


Por Marcelo Depieri, mestre em Economia Política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e doutorado em Ciências Sociais pela mesma universidade.

Revista Sociologia – Editora Escala

FONTE; Blog do Capitão Assumção.

sábado, 21 de abril de 2012

Por que o país é tão rico e a nação é tão pobre?





Não precisa ser economista formado na Haward para ter certeza da origem do enriquecimento estrondoso e vertiginoso deste país. Quando se divulgou que o Brasil tem mais dinheiro nos bancos do que a Inglaterra, ninguém duvidou. Vá hoje conferir a conta bancária do professor, do médico iniciante, da enfermeira, do bombeiro, da polícia honesta, de todos os aposentados, de todos os profissionais operários, gemendo e se contorcendo no trabalho forçado pendurado no trem, no ônibus entupido, no engarrafamento de horas e horas e de todas as pessoas que estudaram, se esforçaram, se dedicaram, contribuíram para sonhar com um mínimo para a sobrevivência e veja o saldo negativo da injustiça ali depositada. Mas o país é a 6ª potência!



Não precisa ser expert em nada, basta olhar a situação das escolas públicas, a maioria só tem chocalhos(computadores, laptop, tablet) procura professor de matemática, ciências, história....experimenta olhar pra cima, se o telhado não cair na cabeça, abra o guarda-chuvas, porque ali só as goteiras provocam mudanças, melhor explicando, as crianças mudam de lugar para não se encharcarem. Na conta da moralização da educação não tem o suficiente nem para pagar o mínimo do professor. Mas o país é a 6ª potência!


Não precisa ser especialista em saúde, basta o cidadão precisar de atendimento médico, para uma simples disenteria e o “atendimento” é um vexame, o sujeito desidrata e nem desmaiar consegue por falta de espaço para cair. Fica em pé ali, até desistir... Imagina então alguém que precise disputar uma vaga no vestibular da morte e ser aprovado em primeiro lugar para sofrer na UTI, numa cama de corredor(do quarto nem pensar) na maca do pronto-socorro(que deveria mudar o nome para matadouro) O dinheiro que deveria ser investido na saúde nunca chegou a tempo. Mas o país é a 6ª.potência!


Não precisa ser gênio para decifrar o código de prioridades deste país que resolveu ficar riquíssimo, às custas do flagelo da nação. Passe pelas astronômicas obras das olimpíadas, da copa, dos jogos olímpicos. Não falta verba. Não que não sejam importantes, mas olhe como vivem os brasileirinhos nas encostas dos rios na Amazônia. Não precisa ir tão longe, dê uma volta nos arredores de qualquer cidade. Mas o país é a 6ª.potência!


Não precisa ser o homem mais informado do mundo. Passe na casa de um presidiário e olhe na geladeira ou no armário o estoque de compras. Todo mês entra ali o auxílio reclusão. Faça a mesma supervisão na casa da mulher que perdeu o marido com um tiro na cabeça...total abandono! Por que não assistir também às vítimas? Ou então desemperrar o processo de indenização no Fórum que só se resolve depois que a vítima morreu na véspera de receber ? O preso custa, em média, ao Estado(nós) C$ 2.700 e o aluno custa C$ 300,00. A escola ruim ajuda a sustentar o número crescente de presos adolescentes. Mas o país é a 6ª.potência!


Não precisa comprar uma passagem para conhecer Brasília, porque a TV e a Internet e os programas de futilidades sociais mostram a toda hora a esbanjação nos coquetéis das comissões de alto nível e o nível é tão alto que a comissão não consegue chegar nos problemas que se contorcem nas gavetas, onde ficam arquivados milhões de processos: revisão de aposentadorias corroídas pelo desprezo e todo tipo de pedido de socorro, em todas as áreas sociais! Tudo ali se arrasta há anos! Mas o país é a 6ª.potência!


Não precisar ser phd em finanças. O Brasil é a 6ª. Economia mundial! O brasileiro sabe como o país está ganhando essa olimpíada! Sabe, porque dói no corpo e na alma dos raquíticos atletas o horror de impostos cobrados com juros e correção monetária: uns 83 tributos. Sem falar no laudêmio, pedágio, aforamento e tarifas públicas...que não são considerados tributos. Apenas os recursos referentes às taxas, têm destinação específica. Os demais recursos arrecadados que são o suco do suor de milhões de brasileiros podem ser usados da maneira que melhor aprouver aos governantes. O país é a 6ª.potência!

Ivone Boechat


FONTE: Blog do Capitão Assumção.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Dilma barra a PEC 300 e ainda quer dinheiro do Pronasci de volta.

Já pensou você, policial, tirar R$ 443,00 por mês do seu salário para cobrir um rombo causado pelo próprio governo?

Os salários pagos aos profissionais da segurança pública no Brasil são tão ridículos que qualquer esmola engana esses trabalhadores. Os R$ 443,00 da chamada Bolsa Formação (Pronasci), por exemplo – em que o governo federal tapeou milhares de policiais no Brasil com uma pseudo ‘capacitação’ – deixou muita gente abobalhada. Um dia a bolsa se foi, e aqueles velhos R$ 443,00 começaram a fazer falta.

O problema é que agora o governo Dilma (PT), além de fazer de tudo para não aprovar a PEC 300, está pedindo o dinheiro de volta a milhares de profissionais.

A alegação seria uma falha na aprovação dos requerimentos. Ou seja, muitos policiais, bombeiros e agentes penitenciários não deveriam ter recebido o ‘miguelito’, pois não se enquadravam nos requisitos exigidos pelo Ministério da Justiça.

Ora, os policiais não roubaram esse dinheiro. Fizeram um cadastro e tiveram as condições aprovadas. Se houve erro, certamente – e como sempre – foi por parte de quem administra as finanças do país.
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FONTE; BLOG Capitão Assumção